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28 de jun. de 2012

Lipocavitação – O que é?


Fernanda Huoya Brandão
Acupuntura & Fitoterapia /CRTH-BA nº 00778/07
71 9307-0110 / 71 8810-6210/ 71 9217-7018 http://fernandahuoyabrandao.blogspot.com/


Lipocavitação – O que é?

Pode definir-se a lipocavitação como um tratamento não invasivo que ajuda a reduzir a gordura localizada, que se acumulou, em certas partes do corpo, ao longo do tempo. Os tratamentos de lipocavitação são aconselhados para aquelas pessoas que se sentem insatisfeitas com uma determinada área do seu corpo, na qual se acumulou gordura, mas não pretendem submeter-se a um tratamento de remoção de gordura invasivo, como é o caso da lipoaspiração. A lipocavitação é entendida como uma caminhada, na qual, não existe um longo período de recuperação, tal como acontece noutros casos em que a remoção de gordura é efetuada através de uma intervenção cirúrgica.

Quem poderá efetuar um tratamento de lipocavitação?

Para efetuar um tratamento de lipocavitação, os candidatos ideais são aquelas pessoas que apenas pretendem retirar uma camada de gordura de uma zona do corpo específica, como sejam: os quadris, as coxas, as nádegas, a barriga e os braços.

  

Lipocavitação não é um tratamento para emagrecer?

O tratamento de lipocavitação não é propriamente uma forma de perder peso, sendo apenas uma maneira de contornar melhor a área sobre a qual incide o tratamento. Por essa razão, a lipocavitação não é adequada para uma pessoa que sofra de obesidade. Para tratar a obesidade é importante que se mantenha um estilo de vida saudável, associado a uma alimentação, também ela, saudável, acompanhada de exercícios regulares. A lipocavitação é, digamos assim um tratamento complementar, ideal para quem pretende corrigir zonas localizadas de gordura que, mesmo com as dietas e o exercício físico não estão delineadas e harmoniosas como se pretenderia que estivessem.
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Como funciona o tratamento de lipocavitação?

A primeira coisa a fazer, antes de iniciar um tratamento de lipocavitação é examinar a zona do problema. Depois, segue-se a marcação da pele, delimitando a área exata sobre a qual incidirá o tratamento de lipocavitação. Após a marcação aplica-se uma fina camada de gel e espalha-se uniformemente com a mão. Durante o tratamento feito pelo aparelho de lipocavitação, este produz ondas de ultrassons de baixa frequência que incidem sobre a camada subcutânea, visando os adipócitos ou células de gordura. O tratamento de lipocavitação, ao ser aplicado durante vários minutos faz com que se formem pequenas bolhas no interior das células de gordura que rompem a membrana externa e permitem assim que pequenas partículas de gordura sejam expulsas para a zona envolvente, sendo depois expelidas através de energia natural do corpo e dos processos de remoção de resíduos. Esta destruição seletiva das células de gordura não interfere com as estruturas adjacentes, tais como os vasos sanguíneos e os nervos e por isso é considerado um tratamento muito seguro. A lipocavitação é um procedimento indolor, todavia, para algumas pessoas pode haver um pequeno desconforto associado ao barulho provocado pela máquina, durante o tratamento.

Lipocavitação – Duração do tratamento?

É necessário efetuar diversos tratamentos de lipocavitação para que se comece a ver mudanças consideráveis na lisura e no contorno da área intervencionada, embora os resultados dependam sempre do aspecto desejado e da localização das bolsas da gordura, que teimam em não desaparecer. A duração de cada tratamento de lipocavitação vai depender também do tamanho da área a intervencionar. Em condições normais, um tratamento de lipocavitação pode ser efetuado num espaço de tempo entre 20 – 60 minutos.

Quantas sessões de lipocavitação são necessárias?

As sessões de lipocavitação têm em média a duração de 20 a 60 minutos, dependendo da área a tratar. O efeito é observado logo no primeiro tratamento, pela notória redução da gordura localizada e celulite removida. O tratamento numa sessão de lipocavitação é confortável, seguro, indolor e sem cirurgia, pelo que não deixa cicatriz.
As áreas que podem ser tratadas são as seguintes:


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·         Braços
·         Na região do abdômen
·         Joelhos
·         Quadris
·         Pernas
·         Costas
·         Nádegas


Numero de sessões de lipocavitação:


O número de sessões necessárias depende da camada de gordura. Em geral, 4-6 sessões de lipocavitação são necessárias, dependendo da área a ser tratada.


As principais contra-indicações da lipocavitação


A lipocavitação, como quaisquer outros tratamentos do gênero apresenta algumas contra-indicações. Este tipo de tratamento não poderá ser utilizado em todo o tipo de pessoas.


Sendo assim, a lipocavitação não é indicada para as seguintes situações:  

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·         Grávidas e em período de aleitamento;
·         Sensibilidade auditiva grave;
·         Patologias ativas graves;
·         Crianças ou adolescentes;
·         Em órgãos como os ovários, o coração e vísceras;
·         Tumores;
·         Doenças infectocontagiosas;
·         Inflamação das veias (trombo flebite);
·         Alergia a materiais (cerâmica);
·         Pessoas com Marcapasso, cardiopatias, hipertensão;
·         Portadores de próteses metálicas, acústicas, elétrica;
·         Problemas venosos e arteriais;
·         Dermatites, cicatrizes recentes ou pele lesada;
·         Febre;
·         Grandes veias (carótida);
·         Pacientes com falhas ou danos nos rins
·         Diabéticos
·         Pacientes com insuficiência hepática
·         Pacientes com obesidade mórbida
·         Pacientes com doença cardíaca ou história de acidente vascular cerebral.
·         Trombose venosa ou embolismos gordos.
·         Estados de hipercolesterolemia e hipertrigliceridemia

Como acabamos de ver, a lipocavitação apresenta bastantes contra-indicações, nomeadamente para as crianças, adolescentes, grávidas, pessoas portadoras de doenças graves, entre outras. Por isso, não se esqueça que, antes de efetuar um tratamento de lipocavitação deverá consultar o seu médico ou um especialista na área.

Cuidados a ter com a lipocavitação


A lipocavitação é um tratamento não invasivo, não recorre à cirurgia, nem a agulhas, anestesia ou cicatrizes e não necessita de internação ou de longo período de recuperação, pois age da parte de fora do corpo.
A lipocavitação é ideal para pessoas que procurem eliminar a gordura de um determinado lugar, como os quadris, coxas, nádegas, barriga e braços. Não resulta na perda de peso, mas sim numa melhora dos contornos do corpo.


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Além disso, é importante manter um estilo de vida saudável, adicionado uma dieta rica em água e baixo teor de gordura e açucares, e exercícios regulares em conjunto com os tratamentos de lipocavitação. Desta forma a lipocavitação será duplamente mais rápida e eficiente.

Como funciona a lipocavitação?

 

A lipocavitação funciona bem nas pessoas que possuem alguns depósitos de gordura teimosa da qual não se conseguem livrar. Nestes casos a lipocavitação pode queimar e remover indesejados depósitos de gordura em partes específicas do corpo como o estômago, braços, pernas e nádegas.

A tecnologia que faz funcionar a lipocavitação


A tecnologia utilizada na lipocavitação é uma tecnologia sofisticada e muito segura. Trata-se de uma tecnologia de ultrassom para quebrar as células de gordura em áreas alvo.
O primeiro passo é examinar a área do problema e determinar a área exata do tratamento, marcando a pele. Uma fina camada de gel é aplicado e espalhado uniformemente e, em seguida a peça de mão da máquina de lipocavitação é colocada em contacto com a pele. As ondas de ultrassom são ajustados para a frequência correta (baixa frequência), e penetrando nas células de gordura, destroem-nas. As vibrações produzem pequenas bolhas no interior das células de gordura que perturbam a membrana externa e permitem que pequenos aglomerados de gordura sejam expulsos para o meio envolvente, e que depois são removidos através de energia natural do corpo e processos de remoção de resíduos. Esta destruição seletiva das células de gordura não interfere com as estruturas adjacentes, e por isso é um tratamento muito seguro.
Apenas as células gordurosas ou adipócitos são atingidas. Elas são totalmente inofensivas para outras estruturas do corpo. Estudos médicos demonstraram que o ultra-som não destrói todas as células, na verdade, detecta as células de gordura e destrói-as, preservando as células vizinhas saudáveis, o tecido conjuntivo, vasos sanguíneos e pele. Não têm nenhum efeito sobre os principais sistemas do corpo que incluem o sistema circulatório e o sistema linfático.


Veja a imagem abaixo que ilustra como funciona a lipocavitação:



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Todas as células de gordura são geralmente destruídas e totalmente eliminadas do organismo, em apenas dois dias. Isso significa que os resultados são visíveis numa questão de dias, ao invés de semanas ou até meses!
A lipocavitação é um procedimento indolor, mas para algumas pessoas pode haver um pequeno desconforto associado com o barulho durante o tratamento, que cessa quando a peça de mão do equipamento não está em contacto com a pele. Diversos tratamentos são necessários para ver uma mudança notável na lisura e o contorno da área, embora vá depender do resultado desejado e da localização das bolsas de gordura. A duração do tratamento vai depender do tamanho da área de tratamento, no entanto, geralmente pode ser concluída em 20 – 60 minutos.
A lipocavitação é realmente a melhor maneira de eliminar depósitos de gordura em áreas problemáticas específicas. É muito eficaz tanto para as mulheres, como para os homens.
A lipocavitação vai ajudá-la (ló) a alcançar o seu corpo de sonho sem os aborrecimentos, a dor e o perigo de uma cirurgia.

Tratamentos para a celulite

É uma das 90% de mulheres que são afetadas pela celulite? Já tentou um tratamento da celulite, após outro, e ficou desapontada com os resultados (mais especificamente, a falta deles)? Sabemos que a luta com a celulite é uma luta diária e que não importa o quão dura seja a dieta ou o exercício, as covinhas na pele permanecem lá. Conheça melhor esta “praga” com as informações e dicas para reduzir a celulite, que lhe vamos fornecer.
Conheça os produtos existentes, os seus efeitos e formas de atuação. Lembre-se, que quanto mais informações tiverem sobre um produto, antes de comprá-lo, maior é a probabilidade de encontrar o tratamento da celulite que melhor atenda às suas necessidades. É por isso que vamos dar-lhe mais algumas informações e dicas sobre produtos para reduzir a celulite.



Dicas para reduzir a celulite

Tratamento da celulite em casa

Existem tratamentos para a celulite que possam ser feitos em casa? Sim, agora há diversas opções de tratamentos para a celulite que pode experimentar em casa. Existem tratamentos simples que pode fazer em casa para ajudar a controlar a gordura corporal localizada. Mas lembre-se que o tratamento da celulite em casa pode não ser a solução total, para eliminar a celulite, de uma vez por todas.
*        

*    O melhor tratamento para a celulite


Esta é uma pergunta complicada de responder, pois o que funciona bem para uma pessoa, pode não dar resultados significativos para outra. Um especialista ajudá-la-á a encontrar o melhor tratamento para a celulite e para as suas necessidades.

Cremes para combater a celulite

Os cremes para reduzir a celulite tornaram-se rapidamente o método mais popular de combater esta gordura superficial. Um bom creme vai ajudar a tornar a pele lisa e a eliminar a gordura ao longo do tempo. Mas quando for comprar cremes para a celulite, cuidado com produtos que fazem afirmações ousadas como “livre-se da celulite em menos de 5 minutos”!!!
Para ter certeza de que escolhe o produto certo, para as suas necessidades, leia todas as informações disponíveis sobre o creme e tente entender quais os ingredientes que deve procurar nesse tipo de produtos.

Redução da celulite através do exercício e dieta



Uma boa maneira de reduzir a celulite é seguir uma dieta controlada e um plano de exercício. Como a celulite é apenas tecido adiposo, ele irá gradualmente sendo queimado com o resto da gordura corporal.

Plano para redução da celulite

Este plano de dez passos se for seguido como é apresentado à frente, irá reduzir a visibilidade da celulite em 10 vezes.
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1.     Beba 8 a 10 copos de água todos os dias e elimine da sua dieta refrigerante (mesmo os light) e também o café. Aumentar a ingestão de água ajuda a limpar o sistema e eliminar as toxinas prejudiciais.
2.     Se fumar pare de fumar, ou evite o máximo, mesmo com bebidas Alcoólicas.
3.     Evite tomar liquido durante o almoço, tempo de espera mínimo de 50 minutos.
4.     Se puder troque seu sal normal por Sal Marinho (O sal marinho é mais recomendado porque é obtido pela evaporação da água do mar, o que o torna mais puro. Este tipo de sal não passa pelo processo de refinamento. O sal marinho é mais escuro e seu sabor é menos salgado que o do refinado. O sal marinho é o sal grosso, aquele usado em churrascos, só que moído. Na maior parte do mundo, o sal marinho é mais caro que o sal de mesa. Por não ser refinado, o sal marinho mantém os microminerais que geralmente são removidos durante o processo de refinação, inclusive o iodo (o sal contém aproximadamente 84 minerais que são eliminados durante o refino). O sal marinho pode ser grosso, fino ou em flocos. Pode ser branco, rosa, preto, cinza ou de uma combinação de cores, dependendo do lugar de onde vem e dos minerais contidos nele). 
5.     Cortar no açúcar. Na verdade, o único açúcar que comer é o das barras de cereais (as saudáveis, não as com extra-de-açúcar).
6.     Reduzir o stress também ajudará a reduzir a quantidade de celulite. Como o stress liberta cortisol, uma hormonal de armazenamento de gordura. Faça aulas de ioga, aprenda a respirar, meditar.
7.     Evite comida de plástico.
8.     Use roupas folgadas. A roupa apertada pode prejudicar a circulação, o que pode ser um fator de desenvolvimento da celulite.

9.     Inicie um programa de exercícios aeróbicos. Aulas de ciclismo, aulas de dança para os mais aventureiros há sempre pole-dancing.
10.  Comece a comer berinjela. Esta possui muitos fitonutrientes, compostos fenólicos e flavonóides, que ajudam a reduzir as toxinas dentro do corpo. O que se recomenda: Deixe de molho rodelas de berinjela num litro de água durante a noite. Na manhã seguinte, transfira a água para uma garrafa de um litro ou garrafa térmica e depois beba a água de berinjela durante todo o dia, até ao final do dia. Faça isso pelo menos 03 semanas e depois descanse uma semana antes de começar novamente.
11.  Invista em cremes anti-celulite e firmeza e Bandagem redutora de Gordura.
12.  Alimentem-se em 3/3 horas.

13.  Tomar bebidas Diuréticas e Fitoterápicas como Centelha Asiática que ativa a circulação e na quebra da gordura e celulite.

14.  Beba água magnetizada.
* melhor digestão
* elimina resíduos e toxinas
* reforçar a resposta imunológica
* reduz a acidez excessiva
* Reduz os níveis de colesterol – Previne a arteriosclerose
* ajuda a circulação sanguínea, previne varizes, Etc
.

15.  Cinta modeladora Santé REDUZ A BARRIGA, AFINA A CINTURA, MODELA O BUMBUM, DIMINUI SEU MANEQUIM NA HORA
INDICADO TAMBEM PARA: LIPOASPIRAÇÃO, ABDOMINOPLASTIA, LIPO NOS FLANCOS.


As cintas Santé têm a função de massagear o corpo e não comprimir como a maioria das cintas do mercado. O fabricante comenta que através da massagem no corpo, o organismo consegue eliminar toxinas e líquidos presentes no corpo. Essa drenagem de substâncias auxilia o organismo em vários problemas: diminui a celulite e as gorduras localizadas. Com a eliminação de certos líquidos, a melhora na pele pode ser notada também.

Lipocavitação usa ultrassons


A Lipocavitação usa a propriedade da ultra-sonografia para reduzir as células de gordura e celulite. Esta tecnologia é uma alternativa, contra os pesados tratamentos invasivos, como a lipoaspiração. A lipocavitação usa ultrassons, que estão, então, ao serviço da estética para quebrar a gordura.

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Como funcionam os ultrassons?

O aparelho de lipocavitação, emite ultra sons de baixa frequência, até 40kHz, para quebrar as células. O efeito da cavitação produz bolhas de ar no tecido adiposo, que crescem até implodir, emitindo ondas de choque que podem romper as membranas das células-alvo e libertar a gordura lá armazenada. Após a libertação da gordura pelo tratamento de ultrassom, o aparelho faz uma massagem de drenagem. O uso de ultrassons na estética, é uma técnica fácil e relativamente segura, de remoção da gordura localizada e em excesso.


Lipocavitação  esclarecimentos
Como qualquer nova tecnologia, a lipocavitação está na moda. E é muita a euforia em volta da “nova lipoaspiração sem cirurgia”.
Por solicitação de alguns leitores  vamos esclarecer um pouco mais sobre o procedimento da lipocavitação e falar sobre os seus riscos e contra indicações. Devemos adotar um a posição critica e prudente, sobre tudo o que surge de novo. Embora os resultados da lipocavitação sejam anunciados como sem riscos ou contra indicações,  a verdade é que devemos ser prudentes, tudo tem um risco associado, mesmo que mínimo.
Para melhor entender o que acontece com este sistema, vamos ver como funciona, tentando abordar o lado dos riscos e contra indicações da lipocavitação.

Vídeo sobre lipocavitação

http://www.youtube.com/watch?v=w4W293yw8pw

A lipocavitação é uma técnica que começa a ter cada vez mais procura pelas vantagens óbvias de não ser invasiva, ou seja, não necessita de cirurgia, não precisar de internamento, ser indolor, entre outras.  Para que possa ver como funciona e ficar a conhecer algumas das suas características, deixamos aqui este vídeo sobre lipocavitação que achamos muito útil e próprio para obter informações básicas e gerais sobre a lipocavitação, ora veja.


Fotos de lipocavitação: antes e depois

Os resultados dos tratamentos de lipocavitação são muito animadores, e como já dissemos rapidamente, é notório logo após a primeira sessão. A redução da gordura localizada e celulite, deixa as pessoas que recorrem à lipocavitação, bastante satisfeitas e com vontade de continuar a moldar o seu corpo. Para que possa confirmar alguns desses resultados e consiga ter uma visão mais geral do que a lipocavitação é capaz de fazer, colocamos algumas fotos de lipocavitação antes e depois dos tratamentos. Confirme as mudanças e como os corpos ficam mais moldados e jovens.



5 de jun. de 2012

Vitamina D, Bons efeitos para as doenças autoimunitárias (Esclerose Múltipla, Lúpos, Artrite Reumatoide, Psoríase, Vitiligo, Diabete tipo 1, Tireoide de Hashimoto)





Por um novo paradigma de conduta e tratamento



Vitamina D –  Bons efeitos para as doenças autoimunitárias (Esclerose Múltipla, Lúpos, Artrite Reumatoide, Psoríase, Vitiligo, Diabete tipo 1, Tireoide de Hashimoto)











Texto do neurologista Cícero Galli Coimbra,

originalmente publicado no site do Instituto de Autoimunidade

O Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade (“Instituto de Autoimunidade”) foi criado no primeiro semestre de 2011, a partir da iniciativa deste médico signatário e de ex-pacientes (atualmente seus amigos) que apresentavam manifestações autoimunitárias, e que foram beneficiados com o tratamento a eles oferecido. Atualmente essas pessoas possuem um nível normal de qualidade de vida, mantendo-se livres das agressões do sistema imunológico, ao ponto de considerarem-se ex-portadores da doença e participam da direção do Instituto de Autoimunidade, idealisticamente voltados para viabilizarem o mesmo benefício para outros pacientes, especialmente os mais carentes.
Os relatos espontâneos dos pacientes beneficiados geraram grande repercussão nas comunidades da rede mundial de computadores, originando a demanda pelas atividades a que se propõe o Instituto de Autoimunidade.O alvo das atividades do Instituto de Autoimunidade volta-se para a identificação e para a correção de distúrbios metabólicos causadores das doenças autoimunitárias, inicialmente com especial atenção para a correção da deficiência de vitamina D, hoje amplamente reconhecida por diversos membros da comunidade científica internacional como fator primordial no surgimento e exacerbação da atividade de doenças autoimunitárias e outras doenças graves, tais como câncer.
A “vitamina D” (ou “colecalciferol”) é, na realidade, atualmente considerada um pré-hormônio no meio científico (pois é transformada em diversas células do organismo humano no hormônio calcitriol – hormônio esse potencialmente capaz de modificar 229 funções biológicas no organismo humano – referência 1). A utilização do colecalciferol como tratamento via oral (desde que em doses fisiologicamente realistas – próximas daquelas obtidas através da exposição solar abundante) tem baixo custo e alta efetividade; mostra-se capaz de manter os pacientes sem os prejuízos físicos, psíquicos e sociais relacionados às doenças autoimunitárias, além de promover a regressão potencialmente completa de sequelas recentemente adquiridas, o bem-estar e a autoconfiança do paciente.
Poupa-se ao sistema de saúde público e privado vultosos gastos com internações hospitalares e medicamentos dispendiosos, ensejando-se a um grande número de pacientes uma vida essencialmente normal e produtiva, livrando-os de uma sobrevivência na condição de doentes crônicos, incapacitados para o trabalho e dependentes do sistema previdenciário. Enfatiza-se que não se trata de um tratamento alternativo, mas de fato de reconstituir o mecanismo que a própria natureza desenvolveu com o objetivo de evitar a agressão autoimunitária contra o próprio organismo.Em vista do conflito com interesses relacionados ao comércio de medicamentos (que mensalmente movimenta somas bilionárias) que atravanca a absorção desses conhecimentos mais recentes pela comunidade médica, o Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade assume já como força motriz inspiradora de suas atividades, desde a sua fundação, o fundamental compromisso de difundir as bases desse tratamento para outros profissionais médicos, para que se tornem também eles elementos difusores dessa terapia, dessa forma contribuindo para o encurtamento do tempo que será gasto para que um número maior de pacientes sejam beneficiados.
O conhecimento científico atual revela que a deficiência de vitamina D (que afeta 76.5% de moradores na cidade de São Paulo durante o inverno, baixando para apenas 37.3% durante o verão (segundo pesquisas publicadas por pesquisadores da USP e da UNIFESP em 2010 – referência 2) está associado à ocorrência (suscetibilidade) e à sustentação (gravidade) de virtualmente todas as doenças ou manifestações autoimunitárias, incluindo-se a esclerose múltipla, neurite óptica, doença de Devic, doença de Guillain-Barré (poliradiculo-neurite), polineuropatia, miastenia gravis, artrite reumatóide, lúpus (discóide ou eritematoso sistêmico), doença de Crohn, retocolite ulcerativa, doença celíaca, cirrose biliar primária, hipotireoidismo (tireoidite de Hashimoto), uveíte, episclerite, psoríase, vitiligo, abortos no primeiro trimestre da gestação, doença periodontal, diabete infanto-juvenil, alergias, etc. Também encontram-se associados à deficiência de vitamina D (facilitados, induzidos ou favorecidos por ela) outros distúrbios ou doenças não autoimunitárias (ou ainda não classificadas como autoimunitárias pela ciência contemporânea), tais como câncer, hipertensão, diabete da maturidade, acidentes cardiovasculares, osteopenia e osteoporose, depressão, distúrbio bipolar, esquizofrenia, infertilidade, malformações congênitas, dor crônica (incluindo-se a fibromialgia e a enxaqueca), doenças neurodegenerativas (como Parkinson e Alzheimer), sonolência excessiva, etc.
Evidências epidemiológicas recentes indicam que o autismo é provavelmente causado ou pelo menos grandemente facilitado pela deficiência grave de vitamina D ocorrendo durante a gestação da criança afetada.Atualmente existem inúmeras fontes científicas que evidenciam a imperiosa necessidade ética de não se permitir que quaisquer pessoas (sejam pacientes portadores ou não dessas doenças ou distúrbios) sejam mantidos com deficiência de vitamina D – o que segue acontecendo também em decorrência da habitual suplementação de apenas 200 UI por dia na prática médica comum. Com essas doses irrisórias, um paciente portador de esclerose múltipla passa de um nível circulante de vitamina D médio de 14 ng/ml para apenas 16 ng/ml depois de 2 meses de tratamento. Os valores circulantes de referência para a vitamina D [medida sob a forma de 25(OH)D3, nunca (!) sob a forma de 1,25(OH)2D3] são de 30-100 ng/ml para a grande maioria dos laboratórios clínicos. Enfatiza-se que o nível de 30 ng/ml seria ainda inferior ao adequado segundo cientistas internacionais sérios e éticos, que propõem como ideal os níveis de ao menos 40-50 ng/ml de 25(OH)D3 para uma pessoa normal. As pesquisas mais recentes, no entanto, têm demonstrado que os portadores de doenças autoimunitárias, por razões genéticas (referências 3 e 4), são parcialmente resistentes aos efeitos do colecalciferol, necessitando, portanto, de níveis ainda mais elevados para estarem livres das agressões do seu próprio sistema imunológico. Nesses casos, o nível adequado somente pode ser estabelecido mediante o acompanhamento clínico e laboratorial que permita o ajuste da dose conforme a necessidade individual de cada paciente, sem o risco de efeitos colaterais graves, especialmente sobre a função renal.
Constituem-se em indivíduos com maior risco deficiência de vitamina D e maior risco se sofrerem complicações graves decorrentes dessa alteração metabólica, aquelas pessoas [1] com idade avançada (a pele de um indivíduo idoso de 70 anos produz apenas um quarto da quantidade de vitamina D produzida por um jovem de 20 anos de idade); [2] com sobre-peso (a gordura acumulada sob a pele sequestra a vitamina D da circulação; em geral a necessidade de vitamina D nesses indivíduos é duplicada em relação a uma pessoa com peso normal para a mesma estatura); [3] com pele escura (a melanina reduz a absorção dos raios solares matinais produtores de vitamina D); [4] que trabalham ou estudam ou exercem suas atividades rotineiras exclusivamente em ambientes confinados, isolados da luz solar da manhã ou do final da tarde; [5] que, mal orientados, utilizam filtros solares de forma indiscriminada, em horários (tais como no período inicial da manhã) em que a exposição solar é absolutamente necessária para a abundante produção de vitamina D na pele descoberta e para preservação da saúde (fator de proteção solar de nível 8 reduz em 90% a produção de vitamina D; o uso de fator de proteção de nível 15 reduz em 99% essa produção); [6] que vivem em localidades mais distantes da linha do Equador, onde a radiação solar é limitada por invernos mais longos, dias mais curtos, e são utilizadas roupas que cobrem uma maior extensão de pele para proteção contra o frio.
É importante que se enfatize, no entanto, que mesmo em localidades próximas do Equador, o problema já se tornou muito similar, devido [1] à ampliação da malha viária de metrô com estacionamentos cobertos próprios, e ocasionalmente com acesso direto ao interior de centros comerciais, [2] à construção de um número crescente de centros comerciais (“shopping centers” – onde famílias inteiras passam várias horas de seus finais de semana, em lugar de frequentarem praias, parques, zoológicos e jardins botânicos); [3] ao uso de películas protetoras nos pára-brisas e janelas dos carros, [4] à construção de estacionamentos subterrâneos sob os prédios residenciais e comerciais, com acesso direto ao elevador; [5] à adesão crescente às diversões e passatempos encontrados no próprio ambiente doméstico, proporcionadas pelos jogos eletrônicos, canais de TV a cabo, DVDs, “Blu Rays”, e pela interatividade crescente proporcionada pela rede mundial de computadores. Pais e mães sentem-se confortáveis vendo seus filhos entretidos com essas atividades domésticas de lazer, por perceberem que assim se mantém distantes da violência urbana.
Enquanto isso o percentual de crianças com diabete do tipo I cresce 6% ao ano na Europa; todas essas características da vida urbana moderna permitem ao indivíduo contemporâneo deslocar-se e realizar praticamente qualquer atividade no meio urbano com exposição solar virtualmente nula.Evidencia-se que três fatores, atuando em conjunto, contribuem para um efeito desastroso para a saúde pública e para os gastos públicos e privados nesse setor e no setor previdenciário: [1] o grande percentual de indivíduos afetados, especialmente na população urbana; [2] o grande número de doenças e distúrbios provocados ou facilitados pela deficiência de um hormônio que potencialmente participa da regulação de 229 funções biológicas no organismo humano; [3] à desinformação da maior parte da classe médica, que há muitas décadas segue temerosa de administrar pela via oral (preventiva ou terapeuticamente, a indivíduos adultos) doses absolutamente fisiológicas, tais como 10.000 UI por dia, que são produzidas por pessoas de pele clara durante meros 20 minutos de exposição ao sol da manhã, sem protetor solar. Tal indivíduo teria de ingerir 100 copos de leite para inteirar a mesma quantidade de vitamina D, que é também 50 vezes superior à dose diária de 200 UI (a mais comumente prescrita por ser erroneamente divulgada como “recomendada”).
Assim, evidencia-se como absolutamente vital e urgente uma mudança de paradigma em relação ao potencial preventivo e terapêutico proporcionado por doses bem mais elevadas de colecalciferol do que aquelas correntemente utilizadas, especialmente em pacientes que, por motivos próprios de sua condição clínica, têm limitações para expor-se ao sol, tal como os portadores de lúpus (pela possibilidade de piora das lesões de pele induzida pelos raios UV), vitiligo (pela facilidade de dano à pele) e esclerose múltipla (pela intolerância ao calor). Ao serem aconselhados a evitarem a exposição solar, têm agravada a deficiência de vitamina D, e em consequência, agrava-se a doença autoimunitária.
É profundamente lamentável que milhares de pessoas jovens, em todo o Brasil, portadoras de esclerose múltipla, estejam tornando-se cegas e paraplégicas apenas por falta de uma substância que poderia ser administrada sob a forma de gotas, em uma única dose diária, o que lhes devolveria a perspectiva certa de uma vida normal.Não há justificativa para não corrigir-se qualquer alteração ou deficiência metabólica que possa ser corrigida, mesmo na ausência de sinais clínicos detectáveis de possíveis consequências danosas à saúde. Fazê-lo é obrigação! Não fazê-lo pode ser encarado como negligência ou resultado de desinformação. O médico não pode deixar sob risco a saúde do paciente que o procura, mesmo para prevenção. Prevenção é e será sempre a melhor abordagem, seja de forma individualizada, ou como política governamental de saúde pública.
O que dizer do caso do paciente que já é portador de uma doença autoimunitária, tal como a esclerose múltipla, cuja alta frequência de surtos e elevada severidade das sequelas neurológicas (paraplegia, cegueira) correlaciona-se com os níveis circulantes mais baixos de vitamina D (referência 5)? Como justificar-se o hábito de sequer solicitar-se a medida das concentrações de 25(OH)D3 no paciente portador, quanto mais de não administrar-se doses realisticamente capazes de corrigir a deficiência que, segundo a literatura especializada, é praticamente certa? Como aceitar-se a passividade frente a um distúrbio metabólico de fácil correção, quanto a administração de doses muito mais elevadas (do que aquelas irrisórias e injustificadamente chamadas de “recomendadas”) que levam à redução das lesões ativas (referência 6) e foram demonstradas serem perfeitamente seguras (referências 6 e 7)? Como aceitar tal passividade, sabendo-se que já em 1986 (há 25 anos) demonstrou-se que doses bem mais modestas (8 vezes inferiores àquelas demonstradas como seguras, mas ainda assim 25 vezes superiores às “recomendadas” pelo comportamento terapêutico convencional) mostraram-se capazes de reduzir em mais de 50% a frequência de surtos em portadores de esclerose múltipla (referência 8)?Qual a justificativa para que qualquer médico, mesmo em face desses dados, simplesmente volte as costas a essa questão e deixe o paciente (cuja saúde encontra-se sob sua responsabilidade profissional) com uma deficiência metabólica cuja correção é, por si mesma (independentemente da presença de qualquer doença), ética e tecnicamente obrigatória, e que poderia poupar seu paciente portador de esclerose múltipla do sofrimento intenso e permanente provocado por sequelas graves, irreversíveis e incapacitantes, tais como a cegueira e a paraplegia?
Como propor estudos “controlados” para a correção de qualquer hipovitaminose (não somente a hipovitaminose D), quando tais estudos são eticamente inviáveis, da mesma forma como não se pode administrar placebos para crianças diabéticas (deficientes em insulina) para “assegurar-se” de que a eficiência da administração de insulina seja “cientificamente” comprovada? O mesmo ocorre para a deficiência de vitaminas como o ácido fólico em gestantes. Seria ético verificar-se “de forma controlada” que um número muito maior de crianças nasceram com anencefalia ou outras malformações congênitas no “grupo placebo”? Tais estudos nunca foram e jamais serão feitos. Seria correto, então, não administrar-se o ácido fólico às gestantes portadoras de níveis baixos desse micronutriente, sob a justificativa de que “não existem estudos controlados”?
Evidentemente, ao contrário do estudo da efetividade de drogas alopáticas, a avaliação da eficiência da correção de qualquer distúrbio metabólico não pode ser “controlada” com o uso de placebo. A inexistência de tais estudos não pode justificar a não correção de qualquer alteração metabólica, pois se constitui em argumento falacioso identificado em estudos de lógica e estatística (referência 9).
É pensamento compartilhado por todos os membros da diretoria do Instituto de Autoimunidade, que os sentimentos e percepções que devem nortear o tratamento dos pacientes afetados por essas e outras doenças são o senso humanitário, a capacidade de empatia e a genuína vontade de auxiliar, ajudar, servir, minorar o sofrimento e restabelecer a saúde. Nesse sentido, impõe-se radical mudança de paradigma de investigação e tratamento, abandonando-se o foco no exclusivo uso crônico de drogas que, por seus efeitos colaterais, deterioram a qualidade de vida do paciente, além de colocarem em risco sua integridade física e sua vida, sem perspectiva de uma solução em qualquer prazo. Como novo paradigma a ser buscado, qualquer padrão de comportamento, alteração ou distúrbio metabólico que potencialmente contribua para o desencadeamento, sustentação e/ou agravamento da doença deve ser identificado e corrigido, sempre que essa correção for possível, com o objetivo de alcançar o desaparecimento dos sintomas, a solução do problema e a libertação do uso crônico de medicamentos. 





Cícero Galli Coimbra
Médico Internista e Neurologista
Professor Associado Livre-Docente da Universidade Federal de São Paulo
Presidente do Instituto de Investigação e Tratamento de Autoimunidade
REFERÊNCIAS:
1 – Ramagopalan, S.V., Heger, A., Berlanga, A.J., Maugeri, N.J.,Lincoln, M.R., Burrell, A., Handunnetthi, L., Handel, A.E., Disanto,G., Orton, S.M., Watson, C.T., Morahan, J.M., Giovannoni, G., Ponting,C.P., Ebers, G.C., Knight, J.C. A ChIP-seq defined genome-wide map ofvitamin D receptor binding: associations with disease and evolution.Genome research 2010; 20:1352-1360. – http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2945184/
2 – Unger, M.D., Cuppari, L., Titan, S.M., Magalhaes, M.C., Sassaki,A.L., dos Reis, L.M., Jorgetti, V., Moyses, R.M. Vitamin D status in asunny country: where has the sun gone? Clinical nutrition 2010; 29,784-788 – http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0261561410001111
3 – Pani, M.A., Regulla, K., Segni, M., Krause, M., Hofmann, S.,Hufner, M., Herwig, J., Pasquino, A.M., Usadel, K.H., Badenhoop, K.Vitamin D 1alpha-hydroxylase (CYP1alpha) polymorphism in Graves’disease, Hashimoto’s thyroiditis and type 1 diabetes mellitus.European Journal of Endocrinology 2002; 146:777-781.
http://eje-online.org/content/146/6/777.long
4 – Sundqvist, E., Baarnhielm, M., Alfredsson, L., Hillert, J., Olsson,T., Kockum, I. Confirmation of association between multiple sclerosisand CYP27B1. European journal of human genetics : European Journal ofHuman Genetics 2010; 18:1349-1352. – http://www.nature.com/ejhg/journal/v18/n12/full/ejhg2010113a.html
5 – Smolders, J., Menheere, P., Kessels, A., Damoiseaux, J., Hupperts,R. Association of vitamin D metabolite levels with relapse rate and disability in multiple sclerosis. Multiple Sclerosis 2008; http://msj.sagepub.com/content/14/9/1220
6 – Kimball, S.M., Ursell, M.R., O’Connor, P., Vieth, R. Safety ofvitamin D3 in adults with multiple sclerosis. American Journal ofClinical Nutrition 2007; 86:645-651. – http://www.ajcn.org/content/86/3/645.long
7 – Garland, C.F., French, C.B., Baggerly, L.L., Heaney, R.P. Vitamin Dsupplement doses and serum 25-hydroxyvitamin D in the range associatedwith cancer prevention. Anticancer Research 2011; 31:607-11- http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21378345?dopt=Abstract
8 – Goldberg, P., Fleming, M.C., Picard, E.H. Multiple sclerosis: decreased relapse rate through dietary supplementation with calcium, magnesium and vitamin D. Medical hypotheses 1986; 21: 193-200. – http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/0306987786900101 
9 – Altman, D.G., Bland, J.M.. Absence of evidence is not evidence of absence. British Medical Journal 1995; 311:485. – http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC2550545/

3 de jun. de 2012

Leite X Câncer.


Leite: o alimento perfeito, para bezerros!

Christina Pirello*
“Não é natural para seres humanos beber leite de vaca. O leite humano é para seres humanos. O leite de vaca é para bezerros. Você precisa tanto de leite de vaca quanto precisa de leite de rata, leite de égua ou leite de elefante. O leite de vaca é um fluido com alto teor de gordura projetado para transformar um bezerrinho recém-nascido de 35 quilos numa vaca de 200. É para isso que serve o leite de vaca!” – Dr. Michael Klaper, médico.

Na minha opinião, os laticínios deveriam ser colocados na lista oficial de alimentos perigosos, com o aviso apropriado do ministério da Saúde.

Sei o que vocês estão pensando. Será que ela está brincando? Mas o leite não faz ossos e dentes fortes? Não impede a osteoporose? Não ficaremos bonitos como as estrelas dos anúncios se engolirmos alguns copos?

Vejam, adoro as vacas. São bonitas, peludas, com grandes olhos tristes e temperamento submisso. Mas este é o problema. As espécies que produzem leite fazem-no para alimentar seus filhotes – SEUS filhotes – e não os filhotes dos outros. O leite de vaca foi projetado pela natureza para construir um animal enorme que amadurece depressa. O leite humano foi projetado para criar seres humanos, que amadurecem devagar (devagar demais, às vezes) e que (esperam os pais) não ficam grandes como vacas e têm temperamento independente.

Os laticínios, antigamente considerados um alimento perfeito por causa da concentração de nutrientes, são hoje questionados por muitos especialistas. Por terem tal concentração de nutrientes, os problemas criados pelos laticínios mais parecem rol de lavanderia. As pesquisas começam a mostrar que os laticínios causam prejuízos à função imunológica, alergias, ossos quebradiços, obesidade e vários distúrbios reprodutivos.

As gorduras saturadas e o colesterol do leite entopem artérias e contribuem com as doenças cardíacas. Para combater as infecções do úbere, as vacas leiteiras recebem antibióticos, que por sua vez atacam a flora intestinal do consumidor, contribuindo com problemas digestivos. O estrogênio (e outros hormônios) ministrados às vacas leiteiras têm sido vinculados aos cânceres de mama e próstata, assim como ao surgimento da puberdade precoce.

E o cálcio? O leite está cheio dele, mas não nos serve, já que está ligado à caseína e lhe faltam magnésio e potássio, tornando-o inaproveitável para nós. E há mais. A proteína do leite é densa, causando uma excreção maior de uréia pelos rins, eliminando do corpo cálcio, magnésio e potássio, ao mesmo tempo em que torna o corpo muito ácido. O cálcio do soro sangüíneo neutraliza a acidez, reduzindo ainda mais nosso estoque de cálcio.

O leite orgânico não é melhor. É verdade que contém menos aditivos, mas ainda assim é leite.

Mas há vida sem laticínios? Claro. Tente passar uma semana sem eles. Você sentirá uma diferença de bem-estar como nunca imaginou.
* Christina Pirello é especialista em alimentação natural e criadora da “Culinária Limpa”. Vencedora do prêmio Emmy com a série de televisão “Christina cozinha”, e autora de “Cooking the Whole Foods Way” (”Cozinhando do jeito integral”) e “Cook Your Way to the Life You Want” (”Cozinhando do seu jeito para ter a vida que você quer”).
COMBUSTÍVEL DO CÂNCER
Daqueles 59 hormônios do leite, um é um poderoso hormônio do CRESCIMENTO chamado IGF-1 (Insulin-like Growth Factor One – Fator de Crescimento similar à Insulina). Por uma curiosidade da natureza ele é idêntico entre vacas e seres humanos. Considere que este hormônio serve de “combustível” para qualquer câncer… (o mundo médico diz que IGF-1 é um fator-chave no crescimento rápido e na proliferação dos cânceres de seio, próstata e cólon, e suspeitamos que, provavelmente, deve promover TODOS os cânceres).

IGF-1 é parte normal de TODO leite… espera-se que o recém-nascido cresça com rapidez! Por que os 50% de consumidores norte-americanos que são obesos pensam que precisam crescer MAIS? Os consumidores não pensam nada a esse respeito, porque não têm a mínima idéia do problema… assim como seus médicos. (Ver em 
http://www.notmilk. com/igf1time. txt uma cronologia.)
QUANTIDADE
Cada mordida de queijo duro tem DEZ VEZES mais do que havia naquele gole de leite, porque são necessários 10 quilos de leite para fazer um quilo de queijo. Cada mordida no sorvete tem 12 vezes… e cada passada de manteiga, 21 vezes o que estiver contido nas moléculas de gordura de um gole de leite.
MONSANTO E rbGH (Posilac)
A indústria química Monsanto, fabricante de belos venenos como DDT, agente laranja, Roundup e outros, gastou cerca de meio bilhão de dólares para inventar uma injeção que fizesse as vacas produzir MAIS leite (para um mercado já estupidamente subsidiado pelo contribuinte norte-americano) .

Infelizmente, criaram CINCO erros em seu Posilac (rbGH) injetável que afetaram diretamente todos os animais usados nos testes, mas o importante relatório que os descrevia (Richard, Odaglia & Deslex, 1989) foi oculto de todos pela lei de Segredo Comercial de Clinton. Os canadenses puderam ler este relatório (antes que fosse roubado), o bastante para proibir o rbGH em seu país.

O Posilac da Monsanto cria mais IGF-1 no leite: até 80% mais.

A FDA (Departamento de Alimentos e Remédios dos Estados Unidos) insiste que o IGF-1 é destruído no estômago. Se isso for verdade, a FDA acaba de provar que amamentar não pode dar certo. O bom senso diz que sua “descoberta” é ridícula, porque este fator de crescimento FAZ o bezerro crescer (com rapidez, como pretendia a mãe natureza). Visite o Comitê de Educação sobre Laticínios, em 
http://www.notmilk. com/deb/100399. html para ler um estudo sobre LATICÍNIOS que confirma que a FDA há anos mente sobre isso.
AUMENTO DO IGF-1
Este estudo foi realizado com dois grupos. Um consumia 360g de leite por dia, outro a porção recomendada pela USDA (recomendação nutricional diária dos Estados Unidos) de 720g (três xícaras). Neste estudo observou-se que os participantes que consumiam 360g de leite por dia TIVERAM UM AUMENTO DE 10% NO NÍVEL DE IGF-1 NO SORO SANGÜÍNEO! Agora, considere que POR DIA, de TODAS as fontes, o consumidor típico de leite e laticínios ingere cerca de 39% de sua dieta em leite… e que os 10% de aumento tornam-se “a ponta do iceberg”. Não temos NENHUMA idéia sobre a diferença entre nenhum laticínio e muito laticínio, mas levando em conta as taxas de câncer ela deve ser significativa.
GORDURA
Leite integral: 49% das calorias vêm da gordura. Leite a “2%”: 35% das calorias vêm da gordura. Queijo cheddar: 74% das calorias vêm da gordura. Manteiga: 100% das calorias vêm da gordura.

Muita gente suspeita que a manteiga é só gordura. Muita gente não tem idéia de quanta gordura existe no leite e no resto dos laticínios. Talvez os 54% de norte-americanos obesos precisem entender que leite, sorvete, queijo, iogurte e todos os OUTROS produtos que usam derivados do leite (caseína, soro, lactose, colostro) são provavelmente uma causa importante de seus problemas de peso e saúde.
CÁLCIO
Cálcio? Onde é que as vacas arranjam cálcio para seus ossos enormes? Sim, das plantas! O cálcio que consomem das plantas têm boa quantidade de magnésio, necessário para que o corpo absorva e USE o cálcio.

O cálcio do leite de vaca é basicamente inútil, porque o leite tem conteúdo insuficiente de magnésio (as nações com mais alto nível de consumo de leite e laticínios também têm o maior nível de osteoporose. Prova? Que tal um estudo controlado de 78.000 enfermeiras num período de 12 anos?)

Leia mais a respeito (em inglês) em:
http://www.notmilk. com/deb/030799. html Artigo sobre o estudo das 78,000 enfermeirashttp://www.notmilk. com/deb/092098. html CÁLCIO E DOENÇAS DOS OSSOShttp://www.notmilk. com/badbones. html QUEM FICA COM OSSOS DOENTES?http://www.notmilk. com/bonehead. txt (mais recente) OSSOS QUE ALEIJAMhttp://www.notmilk. com/calcium/ index.htmlInformações reunidas

O leite de vaca tem três vezes mais cálcio que o leite humano. Não importa; nenhum dos dois é muito útil, porque para ser absorvido e utilizado PRECISA haver quantidade igual de MAGNÉSIO (como existe nas folhas verdes que as vacas comem para conseguir todo o cálcio de que precisam para seus ossos enormes). O leite só tem magnésio suficiente para que se aborvam cerca de 11% do cálcio (33mg por xícara).

Segundo a USDA, 240g (uma xícara) de leite contém:
- Cálcio, Ca – 291,336 mg
- Magnésio, Mg – 32,794 mg

A USDA recomenda 1200 mg de cálcio por dia. As três xícaras de leite diárias recomendadas pela USDA só contêm 900mg de cálcio. Alguns argumentam que só se precisa de 1/3 do magnésio. A mãe natureza parece indicar que a proporção deveria ser 1:1. Se a proporção para a absorção adequada fosse de 1/3 de magnésio para 1 de cálcio, então apenas 300mg daqueles 900mg de cálcio é utilizável. Se, na verdade, a proporção for de 1:1… só 98,38mg do cálcio é aproveitável.
PROTEÍNA
O leite pode ser considerado “carne líquida” por causa de seu alto conteúdo de proteína que, em conjunto com outras proteínas, pode na verdade TIRAR cálcio do corpo. Países que consomem dietas ricas em proteínas (carne, leite e laticínios) têm as taxas mais altas de osteoporose.
O MITO DA PROTEÍNA COMPLETA
Leite: 87% do leite é água. Uma água MUITO cara.

Dividido em seus grupos básicos, LEITE INTEGRAL é:
- água: 87%
- gordura: 3,25%
- caseína: 4%
- outras proteínas: 1%
- outras substâncias: 4,75%

80% da proteína do leite é caseína. A caseína é um aglutinante poderoso, um polímero usado para fazer plásticos, e uma cola ótima para mobílias resistentes ou para colar rótulos de cerveja. IMAGINE ISSO NO SEU INTESTINO. É usada como aglutinante em milhares de alimentos industrializados, como “caseinato de alguma coisa”.

Caseína é um alérgeno poderoso, uma histamina que cria grande quantidade de MUCO!!  O único remédio encontrado no corpo da atleta olímpica Flo-Jo (que faleceu há alguns anos) era Benadryl, um anti-histamínico poderoso que ela usou para combater sua última refeição: pizza. Ver a história toda em
http://www.notmilk. com/deb/092198. html,http://www.notmilk. com/deb/111598. html ehttp://www.notmilk. com/deb/112398. html.
BACTÉRIAS
Permite-se que haja fezes no leite de vaca. Esta é uma grande fonte de bactérias. Normalmente o leite é pasteurizado mais de uma vez antes de chagar à sua mesa – a cada vez por apenas 15 segundos a 72°C.

Para esterilizar a água, exige-se que ela seja fervida (100°C) por vários minutos. Que disparidade!

Não esqueça que à temperatura ambiente o número de bactérias no leite DOBRA a cada 20 minutos. Não admira que o leite azede tão depressa.
PUS
UM centímetro cúbico de leite de vaca comercial pode ter até 750.000 células somáticas (mais conhecidas como pus) e 20.000 bactérias vivas, antes de ser retirado do mercado.

Isso chega a espantosos 20 milhões de bactérias bem vivinhas e a 750 milhões de células de pus por litro.

1 xícara = 236,5882 c3 ~ 177.441.150 células de pus e 4.731.600 bactérias 720g (3 xícaras) = 532.323.450 células de pus e 14.220.000 bactérias (ingestão diária “recomendada”)

A Comunidade Européia e o Canadá só permitem 400.000.000 células de pus por litro.

Em geral esses níveis são mais baixos, mas PODEM chegar a este nível e ainda assim estar na SUA mesa.
COLESTEROL
O conteúdo de colesterol daquelas três xícaras de leite é igual ao de 53 fatias de bacon. Conhece algum médico que aprove essa quantidade de bacon por dia?
MAIS ALGUNS FATOS
Gordura e colesterol. Montes deles. Na “pirâmide alimentar” pró-laticínios da USDA, em conjunto o leite, os laticínios e a carne não deveriam representar mais do que 8% da dieta. Estatisticamente, pelo volume de vendas num país com 281 milhões de americanos, acontece que quase 40% da dieta consistem de LEITE E LATICÍNIOS… sem contar a carne.

O leite de cada um dos mais de 4.700 mamíferos da face da terra é formulado especificamente para a sua espécie. Há lactoferrinas e imunoglobulinas especiais (imunizantes específicos da vaca) que servem de alérgenos para seres humanos.
LEUCEMIA
60% das vacas leiteiras dos Estados Unidos têm o vírus da leucemia.
DIABETES
A proteína lactalbumina já foi identificada como fator-chave da diabetes (e razão fundamental para NÃO dar leite de vaca a lactentes.)
MAL DE CROHN
A paratuberculose por micobactérias provoca uma doença bovina conhecida como “Mal de Johne”. Vacas diagnosticadas com esta doença têm diarréia e intensa eliminação fecal de bactérias. Estas bactérias se multiplicam no leite, e não são destruídas pela pasteurização. Às vezes. as bactérias vindas do leite passam a crescer no hospedeiro humano, e daí resulta a síndrome do intestino sensível ou doença de Crohn.
DOENÇA DA VACA LOUCA
Também pode haver príons no leite e na carne. Príons são uma substância cristalina que age como um vírus, com período de incubação de 5 a 30 anos. O resultado final é a DOENÇA DA VACA LOUCA.
HOMOGENEIZAÇÃO
Moléculas grandes de gordura não podem passar para a corrente sangüínea através da parede instestinal. O creme não cresce mais quando é batido porque a homogeneização quebra essas moléculas grandes em pedaços menores que PASSAM para a corrente sangüínea! Isso se transforma numa auto-estrada para quaisquer toxinas carreadas pela gordura (chumbo, dioxinas etc.) chegarem a seus órgãos que, antes, eram os mais bem protegidos.
EFEITOS CUMULATIVOS
Como isso afeta seres humanos que consomem leite de vaca e laticínios? Obesidade (mais de 50% dos americanos, e a proporção não pára de crescer), doenças cardíacas, câncer, alergias, problemas digestivos, diabetes, asma, resistência a antibióticos, problemas comportamentais e a ingestão constante de dioxinas, herbicidas, inseticidas (e tudo o mais que a vaca come e que não é bom para as pragas), fazendo com que tudo isso acabe armazenado na gordura HUMANA… Nada disso pode ser saudável.

Os que resistem a acreditar na verdade deveriam entender que A MAIORIA da população mundial NÃO tolera a lactose do leite de vaca. Até 95% da população negra, cerca de 53% dos hispânicos etc. Chega disso de o leite de vaca ser “o alimento perfeito da natureza” para seres humanos! A mãe natureza sabe bem o que faz.

Questão de bom senso: Onde estava esta campanha maciça de “o leite é o máximo” antes da refrigeração, da pasteurização e do transporte em massa? Quando as vacas só davam de meio a dois litros de leite por dia, ele era rapidamente transformado em MANTEIGA e queijo! Agora que as mesmas vacas foram “bombadas” com injeções de Posilac para produzir até 26kg ou mais de leite por dia… durante o ano quase todo… de repente ele se torna um “alimento básico” cotidiano.
ONDE ACHAR O CÁLCIO?
Os campeões do cálcio
Os itens listados abaixo são fontes especialmente valiosas de cálcio de fácil absorção:
- Amêndoas 1/3 de xícara 50mg;
- Melado escuro 1 colher de sopa 137 mg;
- Alga hijiki, seca 1/4 de xícara 162 mg;
- Hummus (pasta árabe de grão de bico) 1/2 xícara 81 mg;
- Quinoa (cereal andino)1 xícara 50 mg;
- Tahine (pasta de gergelim) 2 colheres de sopa 128 mg;
- Tofu sem cálcio (macio) 1/4 de xícara 67mg;
- Tofu com cálcio 1/4 de xícara 430 mg;
- Alga wakame, seca 1/4 de xícara 104 mg.

Normalmente, 4 a 6 porções por dia de qualquer um dos itens a seguir fornecerão quantidade adequada de cálcio. No entanto, adolescentes e mulheres grávidas ou em lactação deveriam ingerir 6 a 8 porções para se garantirem.
SEMENTES E NOZES:- Tahine, 2 colheres de sopa;
- Manteiga de amêndoas, 3 colheres de sopa;
- Amêndoas, 1/3 de xícara.
VERDURAS:- Verduras cozidas (couve, couve-nabiça, couve-chinesa, quiabo, brócolis), 1 xícara;
- Verduras cruas (couve-nabiça, couve-chinesa, brócoli), 2 xícaras;
- Algas secas (hijiki), 1/4 de xícara.
LEGUMINOSAS:- Tofu com cálcio, 1/4 de xícara;
- Feijões cozidos: soja, feijão branco, feijão-guando, feijão-rosinha, feijão-preto, 1 xícara;
- Grão de bico, feijão-cavalo, feijão-manteiga, feijões vermelhos, 1-1/2 xícaras.
OUTROS ALIMENTOS:- Melado escuro, 1 colher de sopa;
- Figos secos, 5;
- Alimentos e bebidas fortificados com cálcio dos quais cada porção forneça 150 mg de cálcio.


···
O mundo é, o que nós fazemos dele.
O futuro será, o que nossos filhos fizerem dele.